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Período de campanha
20/02/2016 - 20/04/2016 (60 dias)
Bolsas de reportagem d'AzMina

Proposto por

AzMina

Brasilia

Direitos Humanos

"É jornalismo investigativo. É pra mulheres de A a Z"

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O jornalismo feminino pode ser tão bom e empoderador quanto a gente quiser! Mas não podemos nos deixar enganar: nenhuma informação na internet é de graça. Há sempre alguém pagando por ela e, na maioria dos casos, são grandes marcas para quem interessa muito mais que as mulheres estejam inseguras e alienadas para compensarem sua falta de autoestima comprando cada vez mais produtos que prometem a fórmula mágica da beleza.

Na Revista AzMina a gente pensa diferente. Pra gente, você já é incrível do jeito que é e não precisa de nenhum pó de pirilimpimpim. O que você precisa é de uma equipe competente, diversa e ética de comunicadoras que desvende, questione e te informe sobre seus direitos e as opressões que você e outras mulheres sofrem por aí. Uma equipe que ache que o principal cliente do jornalismo são @s leitor@s. Que use o jornalismo investigativo e campanhas de redes sociais para fazer sua vida melhor e te dê as ferramentas que você precisa pra questionar e lutar pelo mundo que deseja.

Com essas 13 bolsas de reportagem nós queremos oferecer recursos e boa infra-estrutura para que jornalistas mulheres façam isso. Nós queremos tocar em temas tabus, denunciar abusos, explorar novas possibilidades de direitos, educar, informar e entreter.

Nossas propostas:

Santos, cidade do litoral sul de São Paulo conhecida por suas praias e porto, o maior da América Latina. O que muitos desconhecem é que, por trás da “maquiagem” de cidade desenvolvida, há muita pobreza e desigualdades. A mesma cidade que deu fama a Pelé abriga a maior favela sobre palafitas no Brasil, o dique da Vila Gilda. Palafitas são construções feitas acima d'água, de lago ou de terreno alagado, sobre estacas fixas no fundo. Por lá seis mil famílias vivem de forma muito precária e em meio ao lixo na região que já foi ocupada por um mangue. Nas habitações improvisadas, os detritos são despejados diretamente na maré. Acidentes são recorrentes com crianças caindo na maré, por exemplo. O objetivo desta reportagem, escrita e com fotos, é revelar a realidade das mulheres que vivem lá, maioria composta por mães que criam sozinhas seus filhos. Abordar as dificuldades e desafios de viver nessas habitações.

A profissão "mais antiga do mundo" é o debate mais recente possível. O tabu em torno da prostituição tem impedido que até mesmo feministas cheguem a um acordo sobre a maneira ideal de se lidar com a venda do corpo. E a gente quer evitar ficar só nos achismos e partir pra uma pesquisa de campo: queremos comparar a realidade no Brasil (onde a prostituição é legal), nos EUA (onde é ilegal em muitos estados) e na Holanda (onde é não só legal mas regulamentada). Quais circunstâncias oferecem às mulheres um cenário de menos violência e desrespeito? Existem situações em que trabalhar com o prazer sexual faz bem à autoestima? Tem quem sonhe em ser prostituta? Prostituição é escolha ou falta de escolha? Queremos abordar tudo isso em uma reportagem multimedia, provocante e sem temas proibidos.

Queremos fazer uma viagem pela Chapada Diamantina em torno da sexualização precoce de meninas e produzir uma reportagem profunda, sensível, sem julgamentos, multimedia e cheia de imagens lindas. Recebemos muitos relatos de exploração sexual de menores como "prostitutas" e casamentos forçados de meninas com adultos na região. Há também, segundo nossas fontes, uma necessidade de se crescer às pressas, de se seduzir homens antes da hora pra fugir de uma realidade dura de penúria em famílias necessitadas. Quais os impactos físicos e psicológicos da sexualização precoce dessas meninas? Quais os impactos sociais? Quem são as pessoas que estão trabalhando contra isso e como nós, sociedade, podemos ajudar a mudar este quadro?

Há 30 anos o Brasil conta com as Delegacias de Defesa da Mulher (ou de Atendimento à Mulher). E elas simbolizam um grande avanço: atendimento especializado para as mulheres vítimas de violência, onde seriam recebidas prioritariamente por mulheres. No entanto, apenas 10% dos municípios do país contam com uma delegacia especializada. E mesmo quando ela existe, nem sempre funciona à perfeição. Denúncias de descaso, desrespeito ou abuso policial são recorrentes. Esta reportagem multimedia se propõe a fazer um levantamento qualitativo e quantitativo das delegacias especializadas no atendimento à mulher que existem no país. Quantas são? Que estrutura possuem? Quem atende nelas? Como é este atendimento? Qual o preparo dos profissionais? Onde acertam e onde erram? Vamos falar com os órgãos responsáveis pelas delegacias, com os funcionários que nelas trabalham e com as mulheres que procuraram seu atendimento para entender a real situação destas delegacias ao redor do país.

A recente onda de imigração na Europa vem mexendo com humores em uma polêmica ainda não resolvida. Enquanto combatemos a xenofobia, não podemos deixar de lado a luta contra o assédio sexual. Muitos descendentes árabes e do norte da África de fato desrespeitam as mulheres na rua de forma bem ostensiva, pois vêm de uma cultura que prega que mulheres desacompanhadas/usando certos tipos de roupa "estão pedindo". A xebofobia existe, é real, o imigrante sabe. Mas o assédio não é menos real, e quem é mulher sabe também. E fazer silêncio sobre isso não vai ajudar em nada. Como manter os direitos duramente conquistados das mulheres ocidentais neste contexto de "choque" de culturas? Que políticas públicas podem ser feitas paras lidar com essa questão?

A exclusão do trecho que abordava a igualdade de gênero do Plano Nacional de Educação 2014-2024 condenou mais uma geração de meninas e meninos à desigualdade provocada pela ignorância. Deixar isso a cargo dos governos locais também se mostrou ineficiente: até julho de 2015, dos 13 estados que haviam incluído a palavra “gênero” nos planos locais de educação, oito a rejeitaram, por pressão das bancadas religiosas. O resultado é que a escola não consegue lidar com questões relativas à sexualidade. Em um colégio estadual gaúcho, por exemplo, meninas a partir dos 11 anos já são cercadas por meninos mais velhos, que as acossam para passar a mão em seus corpos. Meninos também contam sofrer esse tipo de abuso por parte de garotas de séries mais adiantadas. Quando os casos são levados à coordenação, o máximo que acontece é uma reprimenda aos envolvidos. A Revista AzMina vai fazer um raio X dessa situação, demonstrando o quanto a omissão da escola traz impactos para a sociedade – no médio e no longo prazo.

Apesar da lei permitir o aborto em algumas situações no Brasil, não existe acolhimento nos casos de aborto legal. Mulheres que vivenciam a perda gestacional – provocada ou espontânea – ou optam por tal após um estupro, por exemplo, sofrem preconceito na rede hospitalar, onde deveriam encontrar todo o apoio. Um estudo realizado em um hospital público do Rio de Janeiro em 2012 revelou o despreparo dos profissionais de saúde para lidar com essa situação: muitos usam a objeção de consciência de forma inadequada e outros tantos não informam as mulheres sobre a possibilidade de interromper a gravidez nos casos em que isso é permitido por lei. Em Brasília, no ano passado, uma mulher que sofreu um aborto espontâneo passou por um hospital público e privado, e foi mal atendida em ambos. A Revista AzMina vai mergulhar nesse cenário de abuso e negligência, que submete tantas mulheres a um sofrimento duplo.

Muito já se acompanhou as transformações de pessoas que nasceram com órgãos sexuais masculinos e fizeram a transição para assumir o corpo realmente ligado à sua identidade, o de mulher. Agora nós queremos fazer o caminho inverso: acompanhar homens trans que fizeram a transição de seus corpos femininos para o masculino. Nesta reportagem propomos uma investigação sobre aqueles que, ao deixarem de serem vistos como mulheres, se livraram do assédio, do medo do estupro, dos pequenos machismos diários, passando ao patamar do desfrute de privilégios provindos da construção social do gênero masculino. Acreditamos que essas pessoas podem sentir na pele as diferenças do tratamento entre homens e mulheres e nos ensinar muito. A proposta estende-se também a desmistificar afirmativas errôneas sobre o que é ser um homem transexual; a estudar as etapas necessárias e possíveis do mundo da transição e muito mais. Afinal, desanuviar conceitos equivocados também é dar visibilidade.

Desde 2013, o Brasil é o recordista mundial em cirurgias plásticas, com mais de 1,5 milhão de operações por ano. As mulheres são responsáveis por quase 90% das operações estéticas feitas no país. Medo de envelhecer, de engordar, de não se encaixar nos inalcançáveis padrões estéticos que nos impuseram levaram tantas mulheres à mesa de cirurgia voluntariamente. Mesmo quando falta dinheiro para uma cirurgia tão cara, mulheres se endividam ou enfrentam os procedimentos sem a devida segurança e cuidado. Ao questionar esses padrões, o feminismo teria capacidade de reduzir o número de intervenções cada vez mais radicais em busca da aparência perfeita? Ou o feminismo deveria abraçar a cirurgia plástica como uma maneira da mulher reencontrar sua autoestima? A ideia é fazer um ensaio fotográfico artístico com mulheres de corpos diversos, além de analisar os dados sobre cirurgia plástica no Brasil e no mundo, entrevistar mulheres que fizeram e que se recusam a fazer esse tipo de cirurgia. Também vamos investigar como a cirurgia afetou a vida e a autoestima de quem optou por isso.

A discussão sobre consentimento perpassa muitas das atuais pautas do feminismo - é fundamental quando conversamos sobre assédio, violência doméstica, cultura do estupro, e até representatividade na mídia. No entanto, pouco é dito sobre como essa discussão e esse conhecimento se manifesta em grupos jovens. A falta de dados sobre consentimento entre adolescentes parece indicar o que suspeitamos: não há conhecimento aprofundado sobre o tema nessa faixa etária, o que não é de se espantar, já que não é um tema discutido em escolas, famílias ou na mídia para o público. Nesta minissérie de webdocumentarios, nossa proposta é investigar o que adolescentes sabem sobre consentimento e o que lhes é ensinado a respeito, através de diálogo com os próprios jovens e especialistas. Indo além, queremos propor formas produtivas de trazer essa discussão para esse público, formando uma geração mais informada sobre esse tema tão fundamental.

Em dezembro de 2015, o governo brasileiro confirmou relação entre febre causada pelo Zika vírus e o surto de microcefalia, uma má-formação causada em cérebro de bebês. A região mais afetada pelo surto de microcefalia é o Nordeste. O fator mais chocante é que a confirmação da relação entre o vírus e a microcefalia é inédita na pesquisa científica no mundo todo. Por causa desse ineditismo, muitas perguntas ainda estão sem respostas; uma delas é a falta de conhecimento de como ocorre exatamente a atuação do zika no organismo humano e a infecção do bebê. Não há uma vacina nem um tratamento específico para o zika vírus. Queremos visitar a região brasileira mais afetada pelos surtos do ZIKA vírus, o Nordeste, e acompanhar as mudanças que se impuseram à rotina de mulheres depois que nasceram seus filhos com microcefalia, o que deve acontecer mais e mais nos próximos meses. Quais são as necessidades que as mães e filhos afetados pelo vírus passam todos os dias? Como essas necessidades estão sendo tratadas pelo Poder Público? Como essas mães, e seus bebês, estão sendo acolhidas pela família? Qual a perspectiva de futuro dessas mães afetadas pelo vírus?

A maternidade como a concebemos hoje foi introduzida pelos colonizadores europeus. Os povos indígenas, donos de uma cultura rica e diferenciada, têm e tiveram formas de organização de maternidade/criação de filhos diferente do que se tem hoje no imaginário de maternidade em centros urbanos. O objetivo da reportagem é especificar como se dão essas relações na prática para incentivar a discussão do papel da mulher e do homem na criação de filhos, desconstrução da ideia de amor único de mãe genitora e um incentivo para se refletir sobre a criação social das crianças.

A Associação AzMina é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual. Realizamos palestras, debates, oficinas e outros eventos para aprofundar a discussão sobre os direitos da mulher e combater o machismo. Também organizamos grupos de apoio psicológico e legal para mulheres em relacionamentos abusivos, além de criar campanhas de conscientização nas redes sociais, envolvendo movimentos de mulheres e mobilizando a grande mídia, como a #CarnavalSemAssédio e a #AssédioNoTrabalho.

Já a Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z. Nela, há espaço para todos os tipos de beleza, rostos e formas. Ensaios de moda que contemplam corpos reais, evitam o consumismo e trazem sugestões de looks que cabem no bolso. Além disso, investimos em reportagens profundas, independentes, responsáveis, sem rabo preso com anunciantes.

Somos uma equipe apaixonada por este projeto e dedicada a usar o jornalismo para ajudar a melhorar o mundo, principalmente para nós, mulheres!

Dá só uma olhada em algumas das recompensas que a gente preparou pra você:

Pôster exclusivo que a Laerte fez pra gente! A mesma imagem vai no adesivo, no moleskine e na camiseta.

Ímã de geladeira feminista d'AzMina

Porta-cerveja

Pôster d'AzMina em homenagem à Frida Kahlo

Crie e edite aqui suas recompensas

Pense bem como você irá entregá-las e coloque tudo isso no orçamento! Entregue suas recompensas, senão a confiabilidade do seu projeto pode ser prejudicada.

Recompensa #1
Para R$ 10 ou mais
65 apoiadores


Seu nome entra no site d'AzMina, na lista de entusiastas que fizeram acontecer


Recompensa #2
Para R$ 20 ou mais
89 apoiadores


Além de entrar pra lista de financiadores, você ganha um link pra baixar um pôster da Revista AzMina em homenagem à Frida Kahlo, em alta resolução - olha que lindo ele ali na galeria ao lado


Recompensa #3
Para R$ 30 ou mais
63 apoiadores


Além de entrar pra lista de financiadores, você ganha um link pra baixar um pôster que a Laerte fez exclusivamente pra Revista AzMina, em alta resolução


Recompensa #4
Para R$ 40 ou mais
39 apoiadores


Além de entrar pra lista de financiadores, você ganha o adesivo "Meu corpo não está aberto pra debate", que a Laerte fez exclusivamente pra Revista AzMina


Recompensa #5
Para R$ 50 ou mais
67 apoiadores


Além do link pra baixar o pôster da Laerte, você leva um imã de geladeira com a frase "Seu machismo bate na minha Pomba e gira!" - olha que lindo ele na galeria aí ao lado!


Recompensa #6
Para R$ 80 ou mais
28 apoiadores


Além do link pra baixar o pôster da Laerte e o imã de geladeira feminista, você leva um porta-cerveja pra manter a sua geladinha!


Recompensa #7
Para R$ 100 ou mais
10 apoiadores


Você leva o livro infantil "A História de Você", de Carol Nogueira. Um livro para fazer as crianças pensarem sobre o nascer, o crescer e o tornar-se alguém, o antes e o depois – sem tabus nem complicações. Para fazer os adultos falarem sobre ciclos, sobre etapas, sobre amor e apego: sobre a beleza de criar, ajudar a crescer – e deixar ir. Some a isso o link pra baixar pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina.


Recompensa #8
Para R$ 100 ou mais
9 apoiadores


Você leva uma assinatura de um mês do Atena Haus, o Netflix do empoderamento feminino, uma plataforma de cursos online pra você se aperfeiçoar cada vez mais! E, claro, o link pra baixar o pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina.


Recompensa #9
Para R$ 100 ou mais
10 apoiadores


Você leva o livro infantil "A Rua de Todo Mundo", de Carol Nogueira. Nele, personagens de diversas nacionalidades celebram as diferenças e principalmente as semelhanças que existem entre todas as crianças do mundo. Some a isso o link pra baixar pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina.


Recompensa #10
Para R$ 100 ou mais
9 apoiadores


Você leva o livro "Mulheres que Ousaram Escolher", do ex-presidente nacional da OAB, Cezar Britto, e o link pra baixar o pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina


Recompensa #11
Para R$ 200 ou mais
4 apoiadores


Além do adesivo com a estampa exclusiva da Laerte e o porta-cerveja, você ganha dois convites pro debate "Sexo em tempos de feminismo", a ser realizado em 27 de abril, às 19h, em São Paulo capital (se você for de outro estado te mandamos um vídeo com os melhores momentos e você também pode mandar perguntas pras entrevistadas!). As debatedoras serão Nathalia Ziemkiewicz, colunista do Pimentaria e especialista em educação sexual, Djamila Ribeiro, militante feminista negra e filófosa, Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta pélvica e mestranda da UNIFESP e Amara Moira, travesti doutoranda em teoria literária, feminista, militante dos direitos de LGBTs e de prostitutas.


Recompensa #12
Para R$ 500 ou mais
3 apoiadores


Você leva o moleskine com estampa exclusiva feita pela Laerte pra Revista AzMina, além de 5 convites pro debate "Sexo em tempos de feminismo", a ser realizado em 27 de abril, às 19h, em São Paulo capital (se você for de outro estado te mandamos um vídeo com os melhores momentos e você também pode mandar perguntas pras entrevistadas!). As debatedoras serão Nathalia Ziemkiewicz, colunista do Pimentaria e especialista em educação sexual, Djamila Ribeiro, militante feminista negra e filófosa, Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta pélvica e mestranda da UNIFESP e Amara Moira, travesti doutoranda em teoria literária, feminista, militante dos direitos de LGBTs e de prostitutas.


Recompensa #13
Para R$ 500 ou mais
2 apoiadores


Você leva uma semana de anúncio de topo de página pra sua marca no site da Revista AzMina, com acesso de mais de 200 mil pageviews por mês, mais um post patrocinado no Facebook.*
*Sujeito à avaliação se sua marca é amiga da mulher.


Recompensa #14
Para R$ 5.000 ou mais
0 apoiadores


Quer patrocinar uma reportagem inteira? Tudo bem! Este é o único patrocínio em que seu voto é definitivo na decisão do que vai entrar! Escolha sua reportagem favorita e pronto!

Se você for uma marca, seu logo entra como patrocinador da reportagem e você leva uma semana de anúncio de topo de página pra sua marca no site da Revista AzMina, com acesso de mais de 200 mil pageviews por mês, mais um post patrocinado no Facebook.*

Além disso, você leva toda a coleção de produtos com a estampa exclusiva feita pela Laerte pra Revista AzMina (moleskine, adesivo e caneca), além de 10 convites pro debate "Sexo em tempos de feminismo", a ser realizado em 27 de abril, às 19h, em São Paulo capital (se você for de outro estado te mandamos um vídeo com os melhores momentos e você também pode mandar perguntas pras entrevistadas!). As debatedoras serão Nathalia Ziemkiewicz, colunista do Pimentaria e especialista em educação sexual, Djamila Ribeiro, militante feminista negra e filófosa, Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta pélvica e mestranda da UNIFESP e Amara Moira, travesti doutoranda em teoria literária, feminista, militante dos direitos de LGBTs e de prostitutas.

*Sujeito à avaliação se sua marca é amiga da mulher.


Recompensa #15
Para R$ 50 ou mais
25 apoiadores


Você ganha dois convites pro debate "Sexo em tempos de feminismo", a ser realizado em 27 de abril, às 19h, em São Paulo capital (se você for de outro estado te mandamos um vídeo com os melhores momentos e você também pode mandar perguntas pras entrevistadas!). As debatedoras serão Nathalia Ziemkiewicz, colunista do Pimentaria e especialista em educação sexual, Djamila Ribeiro, militante feminista negra e filófosa, Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta pélvica e mestranda da UNIFESP e Amara Moira, travesti doutoranda em teoria literária, feminista, militante dos direitos de LGBTs e de prostitutas.


Recompensa #16
Para R$ 30 ou mais
6 apoiadores


Uma vaga na oficina de Introdução ao Poledance em Minas Gerais. Com Babi Bowie.
Dia 9 de abril, às 16h. Endereço: Rua Mármore 630 sala 11 - Santa Tereza - BH.


Recompensa #17
Para R$ 50 ou mais
5 apoiadores


Você leva uma linda regata da Regateria Urbana, com a mensagem "seu machismo bate na minha pomba e gira"


Recompensa #18
Para R$ 50 ou mais
5 apoiadores


Você leva uma linda regata da Regateria Urbana, com a mensagem "lugar de mulher é onde ela quiser"


Recompensa #19
Para R$ 100 ou mais
10 apoiadores


Você leva o livro "Devemos todos ser feministas", da Chimamanda Ngozi Adichie, além de ganhar um link pra baixar um pôster que a Laerte fez exclusivamente pra Revista AzMina, em alta resolução


Recompensa #20
Para R$ 50 ou mais
15 apoiadores


Uma vaga na nossa aula "Introdução ao feminismo: História, Teorias e Reflexões", com a diretora de Relações Institucionais da Revista AzMina, Letícia Bahia. A ser realizada em 14 de abril, às 19h30, no Ideário (Rua Rubião Meira, 59, São Paulo - em frente ao metrô Sumaré).


Recompensa #21
Para R$ 100 ou mais
10 apoiadores


Você leva o livro Presos que Menstruam, da Nana Queiroz, e o link pra baixar o pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina


Recompensa #22
Para R$ 100 ou mais
5 apoiadores


Você leva o livro "Como conversar com um facista", da Márcia Tiburi, e o link pra baixar o pôster exclusivo que a Laerte fez pra Revista AzMina


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Novidades publicadas
Obrigada! Essa campanha foi um sucesso!
02 Mai 2016

Olá amig@!

Graças a pessoas como você patrocinamos 8 reportagens investigativas maravilhosas que começarão a ser publicadas em junho (precisamos de tempo para apurar tudo com responsabilidade).

Se você sentir que a revista merece a sua confiança de uma maneira mais profunda, te convidamos a fazer uma assinatura voluntária no valor que couber no seu bolso. Como não temos amarras com governos e grandes marcas, são essas assinaturas que pagam a manutenção da revista e os custos do dia a dia. Assine aqui: https://recorrente.benfeitoria.com/azmina

Beijos e obrigada,

Equipe d'AzMina

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